quarta-feira, 20 de junho de 2012


Web 2.0

A web 2.0 tornou-se um aliado da educação. A empresa Web 2.0 por excelência  é o Google que iniciou com email gratuito de 1G e depois passa a investir em grandes aplicativos. Estes serviços foram criados e a todo tempo são aperfeiçoados com a ajuda de seus usuários. Com interfaces simples, de fácil manuseio e com grande e eficiente base de dados.
Alguns bons exemplos de Web 2.0 que tem dado muito certo são os Blogs, Messenger, Skype, Facebook, Orkut, Googlegroups, entre outros, pois além de serem gratuitos são super dinâmicos, muito conhecidos e ótimos para o processo de ensino aprendizagem. No entanto, profissionais da educação precisam se familiarizar e tomar gosto para assim poder colaborar de forma prazerosa para o desenvolvimento das mídias em questão.

Blog
Com o objetivo de publicar conteúdos, em que outros usuários tenham acesso e também possam utilizá-lo, os Blogs são um espaço autoral onde os usuários podem criar textos diversos (poemas, análise de obras literárias, dar opinião sobre atualidades, desenvolver relatórios de visitas e excursões de estudos, podem construir produtos, tais como desenhos, imagens e vídeos). 






sábado, 25 de setembro de 2010

A Midia comercial em guerra contra Lula e Dilma Leonardo Boff*

Sou profundamente a favor da liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o “silêncio obsequioso”pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o “Brasil Tortura Nunca Mais” onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.

Esta história de vida, me avalisa fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.

Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando vêem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como “famiglia” mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos do Estado de São Paulo, da Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e xulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico, assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem deste povo. Mais que informar e fornecer material para a discusão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.

Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido à mais alta autoridade do pais, ao Presidente Lula. Nele vêem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.

Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista. Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do peão é na fábrica produzindo.

Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma) “a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada, antiprogresssita, antinacional e nãocontemporânea. A liderança nunca se reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo, Jeca Tatu, negou seus direitos, arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação, conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que contiua achando que lhe pertence (p.16)”.

Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles tem pavor do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascedente como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o Presidene de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.

Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados de onde vem Lula e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coroneis e de “fazedores de cabeça” do povo. Quando Lula afirmou que “a opinião pública somos nós”, frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à ditadura da palavra escrita, falada e televisionada e disputar com outras fontes de informação e de opinião.

O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.

Outro conceito innovador foi o desenvolvimento com inclusão soicial e distribuição de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava aos já beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas importa reconhecer que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção dos mais marginalizados.

O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que assiste, assustada, o fortalecimento da soberania popular que se torna crítica, não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA faz questão de não ver, protagonista de mudanças sociais não somente com referência à terra mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de produção.

O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e no fundo, retrógrado e velhista ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos, antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes.

Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a despeito das má vontade deste setor endurecido da midia comercial e empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.







*teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da Carta da Terra.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

DILMA COM 53%

Segundo conjunto de pesquisas realizada pela Vox Populi/Band/iG divulgada nesta terça-feira a presidenciável petista Dilma Rousseff, soma 53% das intenções de voto, e venceria a disputa no primeiro turno. José Serra (PSDB), com 22%, e Marina Silva (PV), com 8%, mantiveram os índices da medição anterior. Brancos e nulos chegam a 4% dos entrevistados. Não sabem ou não quiseram responder 12% dos eleitores.

A variação registrada pela petista ocorre dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,2 pontos percentuais. Na pesquisa espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado, Dilma recebe 44% das menções, enquanto Serra soma 18%. Marina tem 6%. O presidente Lula segue lembrado por 1% dos eleitores na espontânea.

Dilma tem vantagem sobre os adversários em todas as regiões. Na medição que engloba o Centro-Oeste e o Norte do País, a petista tem 51%. O candidato tucano contabiliza 25% das preferências, enquanto Marina tem 8%. No Sul, Dilma tem 44%, enquanto Serra tem 29%. Marina tem 6%. No Sudeste, Dilma tem 46%, Serra 24% e Marina, 11%.

A cada dia, o Instituto Vox Populi realiza 500 novas entrevistas. A amostra consolidada com 2.000 entrevistas, portanto, só é totalmente renovada após quatro dias. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o nº 27.428/10.

Fonte: portal iG.

sábado, 24 de julho de 2010

A vez das mulheres


Entre os eleitores brasileiros, 52% são mulheres. Porém, representam apenas 10% dos deputados e senadores da atual legislatura.
Nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais, são apenas 11% e 12%, respectivamente, apesar de a legislação determinar que os partidos devam reservar 30% de vagas para candidatos de um dos sexos em eleições proporcionais.

O mesmo levantamento mostra que apenas 13% dos 27 atuais governadores são mulheres (Ana Julia Carepa, no Pará; Wilma de Faria, no Rio Grande do Norte; e Roseana Sarney, no Maranhão).
Nas prefeituras, o número é de apenas 8%. Nas secretarias de governo das capitais e dos Estados e Distrito Federal, entretanto, o percentual chega perto de 20% – a maioria relacionada às áreas de educação e assistência social.

Diferentemente de países como Argentina e Chile, o Brasil jamais teve uma mulher como presidente – e as candidaturas eram raras até pelo menos as últimas eleições.

No Brasil o preconceito ainda é grande. Permite a criação de “mitos”, entre os quais o de que mulheres não se interessam por política e o de que mulher não vota em mulher.

Com muita luta, mulheres vem conquistando seus espaços. Nessa eleição, teremos duas candidatas: Marina e Dilma.

Depois de ter quebrado o paradigma e conseguindo eleger um presidente de classe mais baixa, representando os trabalhadores brasileiros, chegou a vez do Brasil quebrar outro paradigma e eleger uma mulher para presidente.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Gilson Reis na região!





O candidato a Deputado Estadual, pelo PCdoB, Gilson Reis, presidente (licenciado) do SIMPRO/MG (Sindicato dos Professores de Minas Gerais) e presidente da CTB/MG (Central dos Trabalhadores do Brasil de Minas Gerais), estará nos dias 9, 10 e 11, em Cataguases e região, conversando com lideranças e apoiadores.
Gilson Reis tem o apoio de uma parte dos militantes do PCdoB de 


Cataguases, a cada dia que passa sua campanha ganha força na cidade e região.
Em sua última visita a Cataguases, Gilson Reis fez o lançamento de seu
livro : Sindicalismo. Esse livro faz uma reflexão do movimento sindical nos últimos 40 anosA obra problematiza os desafios enfrentados pelo movimento sindical. 
O autor questiona: “Desde sua fundação, o sindicalismo brasileiro passou por inúmeras transformações. Atualmente, o quadro é no mínimo contraditório e está centrado em uma pergunta: como conscientizar os trabalhadores e lutar por melhores condições de vida, trabalho e salário diante de um cenário ainda marcado por uma série de problemas oriundos das medidas neoliberais implementadas durante a década de 90?” 
Além do livro Sindicalismo, Gilson Reis escreveu o livro - Lula Lá. Aonde?

sexta-feira, 2 de julho de 2010

IV Fórum Social pela vida

Fórum Social pela Vida

 Entre os dias 29 de julho a 1º de agosto de 2010, Ponte Nova e Região Leste se preparam para acolherem o IV Fórum Social pela vida. Já está quase tudo preparado!
 pessoal, muito animado! Várias iniciativas já estão acontecendo. Sob a inspiração das Campanhas da Fraternidade e dos apelos do mundo inteiro, iremos nos debruçar sobre o tema: Economia e Ecologia a serviço da Vida. O lema é o refrão de uma música bem antiga e sempre atual: “A nossa luta é no campo e na cidade, pra construir uma nova sociedade”. Serão 17 oficinas, a partir de dois eixos: Economia e Ecologia a serviço da Vida e Poder Popular a serviço da Vida.
            Dom Geraldo Lyrio,  Arcebispo da Arquidiocese de Mariana, estará presente quase tempo integral. Contaremos com a assessoria de Ivo Poletto, filósofo, teólogo, cientista social e educador popular. Ele atua como assessor de pastorais e movimentos sociais. Trabalhou durante os dois primeiros anos do governo Lula como assessor do Programa Fome Zero e foi o primeiro secretário-executivo da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Autor, entre outros, do livro “Brasil, oportunidades perdidas”.
Uma presença que, certamente, irá animar e enriquecer muito o Fórum é do grande artista popular Zé Vicente, compositor, cantor, educador popular, com um vasto repertório de músicas que alimentam a mística e a luta. Porém, a maior riqueza do Fórum é sempre a participação das lideranças que se reúnem para partilhar sua riqueza, sua coragem e seus sonhos.
            Vamos nessa?!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

OLHA O ENEM AÍ GENTE!




Enem pode ser feito por adulto que não cursou o Ensino Médio

O Enem – Exame Nacional do Ensino Médio – pode ser feito por pessoas que estejam pleiteando certificação nesta etapa de ensino. Ou seja: pessoas que não cursaram ou não concluíram o Ensino Médio e que, agora, têm a chance de fazer a prova do Enem e, atingindo a pontuação mínima exigida – 400 pontos em cada uma das quatro áreas de conhecimento e 500 pontos na redação -, receberão seu certificado de conclusão.

Conforme edital retificado publicado no Diário Oficial da União de hoje, dia 22, a pessoa que estiver pleiteando um certificado de conclusão não precisa ter freqüentado a escola regular nem a Educação de Jovens e Adultos. A condição para obter a certificação é que o participante tenha 18 anos completos até a data de realização da primeira prova do Enem 2010, o que ocorrerá no dia 06 de novembro.

O Inep faz a inscrição, aplica e corrige a prova. A emissão do certificado é de competência das secretarias estaduais de educação. Institutos e os centros federais de educação, ciência e tecnologia também poderão certificar no nível de conclusão do Ensino Médio com base nos resultados do Enem 2010. Dessa forma, o candidato deverá, no ato da inscrição, indicar a secretaria ou o instituto ou centro federal pelo qual pretende obter a certificação. Na própria ficha de inscrição há a lista de instituições certificadoras, que são aquelas que firmaram acordo de cooperação técnica com o Inep.

Para realizar a inscrição é exigido o CPF. Outra exigência é o preenchimento do questionário socioeconômico.
Assessoria de Imprensa do Inep/MEC

Para maiores informações acesse o link:
http://www.enem.inep.gov.br/index.php